O que é o certificado internacional de vacinação?

Mochilão

Seja qual for o motivo da sua viagem, medidas sempre devem ser tomadas para cuidar da nossa saúde. Especialmente ao viajar para algum lugar exótico no exterior. No post a seguir, ecoamos o que é o certificado internacional de vacinação, quais são os fatores de risco para o viajante, com quanto tempo de antecedência para usá-los ou quais são as doenças infecciosas em risco, entre outras questões.

O que é o certificado internacional de vacinação?

Muitas vezes conhecido também como cartão de vacinação internacional, Este certificado é um documento necessário para viajar para fora de nosso país que atesta que recebemos uma série de vacinas aprovadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) em um centro de vacinação internacional autorizado pelas autoridades sanitárias de nosso país.

O certificado internacional de vacinação tem validade de dez anos a partir do décimo dia após a vacinação. E tem a mesma finalidade de um cartão de vacinação normal: registrar as vacinas que nos foram administradas. Para isso, as informações contidas no certificado estão disponíveis em vários idiomas, geralmente espanhol, francês e inglês, de forma que seja compreensível para médicos ou agentes de imigração independentemente da nacionalidade do paciente. O certificado de vacinação internacional espanhol também contém algumas informações para os viajantes.

Imagem | Mulher e viajante

Durante a viagem

Em muitos destinos, o certificado de vacinação pode ser imprescindível para a entrada no país, por isso é um documento imprescindível não só na área da saúde, mas também na legal para iniciar uma viagem.

Por exemplo, em alguns lugares, a não apresentação do certificado internacional de vacinação para doenças como a febre amarela pode significar que as autoridades não nos permitirão passar.

O certificado internacional de vacinação será imprescindível se, por exemplo, durante a viagem sofrermos um acidente. Imaginemos que sejamos mordidos por um macaco ou um rato, o médico que vai nos tratar vai precisar saber se temos a vacina anti-rábica e, em caso afirmativo, quantas doses foram administradas até agora.

Quais vacinas eu preciso para viajar?

Enquanto nos preparamos para uma viagem a um lugar exótico, as dúvidas nos assaltam: de que vacinas preciso, quais são obrigatórias? A melhor forma de resolvê-los é acessar o site do Ministério da Saúde do seu país e descobrir ou consultar o seu médico de família.

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Com que antecedência eles devem ser colocados?

É melhor planejar as vacinas com 4 ou 6 semanas de antecedência pois também existem vacinas que requerem um reforço subsequente.

Quantos centros de vacinação existem na Espanha?

Em Espanha existem 101 Centros Internacionais de Vacinação, 29 dos quais em Serviços de Saúde Estrangeiros do Ministério das Administrações Públicas e os restantes 72 pertencentes a outras administrações. Todos dependem funcionalmente do Ministério da Saúde.

Quais são os fatores de risco para o viajante?

  • O destino da viagem: qualidade do atendimento médico, água, acomodação, higiene ...
  • Duração da viagem: determina a probabilidade de exposição a bactérias e infecções e influencia a necessidade de certas vacinas.
  • Objetivo da visita: as áreas rurais apresentam mais riscos do que as áreas adaptadas ao turismo ou negócios.

Classificação dos viajantes de acordo com o risco

  • Risco máximo: viagens de longa duração ou viagens individuais em condições precárias.
  • Risco moderado: viagens de 1-3 semanas, com estadias principalmente em cidades mas com excursões ao campo embora, sem dormir fora dos hotéis e sem estadias em condições precárias.
  • Risco mínimo: viagens de negócios a grandes cidades.

Quais são as doenças infecciosas em risco?

  • Doenças transmitidas por alimentos e água: cólera, hepatite A e E e febre tifóide.
  • Doenças transmitidas por vetores: Malária ou Malária, Febre Amarela e Dengue.
  • Doenças transmitidas por animais: Raiva e Febres Hemorrágicas Virais.
  • Doenças sexualmente transmissíveis: Hepatite B, HIV / AIDS, Sífilis.
  • Doenças transmitidas pelo ar: gripe e tuberculose.
  • Doenças transmitidas pelo solo: Tétano.

Não economize na saúde

No exterior, é comum o viajante ter atendimento médico apenas em hospitais privados, o que é muito caro. Nas áreas onde os cuidados de saúde são escassos ou não acessíveis, é provável que o paciente precise ser repatriado em caso de acidente ou doença, bem como em caso de morte.

Portanto, é aconselhável não economizar na saúde e contratar um seguro médico com a maior cobertura possível, bem como solicitar informações sobre acordos recíprocos que existem em questões de saúde no país de destino e residência

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